Relatório

Educação de pessoas refugiadas durante a COVID-19: Crise e oportunidade

Este documento apresenta o resultado sintetizado do ciclo de conversas destas pessoas refugiadas, destacando desafios e recomendações e dando voz às e aos próprios jovens refugiados. Os eventos destacaram as seguintes mensagens-chave:

  • Ouçam as crianças e jovens refugiados e permitam-lhes a participação nas decisões que afetam a sua educação, de acordo com os princípios de envolvimento da comunidade estabelecidos nos Requisitos Mínimos da INEE para a Educação: Preparação, Resposta e Reconstrução .
  • Assegurem a igualdade de acesso à educação de qualidade para todas as crianças e jovens refugiados, incluindo o acesso à educação à distância de qualidade durante e após a pandemia da COVID-19. O direito à educação não é suspenso em situações de emergência nem como resultado de uma deslocação forçada. As crianças e jovens que são refugiados e PDI têm direito à educação e à esperança por um futuro melhor.
  • Os governos de acolhimento devem assegurar que a documentação e a certificação das pessoas refugiadas e migrantes não são um obstáculo ao acesso à educação. Isto pode incluir, por exemplo, a adoção de Passaportes de Habilitações UNESCO para Refugiados e Migrantes Vulneráveis (UQP) .
  • As agências de apoio às pessoas refugiadas e migrantes devem assegurar a estas pessoas um maior acesso universal às tecnologias digitais e assegurar às raparigas e mulheres um acesso equitativo à tecnologia.

Informação sobre o Recurso

Publicado

Publicado por

Rede Interinstitucional para a Educação em situações de Emergência (INEE)

Tema(s)

Refugiados
Deslocações Forçadas
Advocacy